fevereiro 08, 2007

Time Commando

Mais uma vez os deuses e as magias não são o foco. A tecnologia domina este mundo e partindo da geografia do nosso planeta. E também nada de cyberpunk!

Prólogo

Um ano inteiro se passou após o incidente com o vírus e o projeto de simulação de combate foi aperfeiçoado para ser mais seguro e para simular mais formas de combates, além de combates em grupos. Se antes era possível apenas um Comando ser treinado no simulador, agora, pode-se treinar um grupo inteiro de Comandos, de forma a treinar táticas de combate.

Um grupo de oficiais recém-formados para constituir as Forças Especiais dos Estados Unidos da América será o primeiro a testar as novas funcionalidades do simulador. Este grupo foi escolhido a dedo, com cada componente tendo sido o melhor da academia em sua área, para conhecer os diversos tipos de combates e estratégias para a formação de líderes militares e quadros de excelência para assumirem altos postos no exército dos EUA.

Objetivo inicial

O grupo tático a ser treinado deve cumprir as missões de cunho militar para recuperar as bandeiras em diversas eras, deixadas propositadamente pelos desenvolvedores do simulador. A cada bandeira encontrada, o grupo deve comunicar ao monitor-chefe do sistema para poder sair do simulador ou mudar de era para treinamento.

3 comentários:

Fastin disse...

Putzzzzzz... tinha que ser EUA? *odeio*. Mas de mais, isso me lembra uma leve mistura de Resident Evil e livros do Robin Cook.... Parece interessante... *curiosa pelos outros grupos*
=)

Fábio Mexicano disse...

Ah, não sou eu quem está desenvolvendo isso, mas acho que posso responder pelo meu colega. É que isso é a adaptação de um jogo. E no jogo, era tecnologia dos EUA. Simples assim =)

André Tadeu disse...

Eu sinceramente não morro de amores pelos Estados Unidos, mas também não os detesto. Como muita das referências contemporâneas são aos EUA, é inevitável que as campanhas surjam por lá.

É o mesmo em relação à idade média, a qual é extremamente eurocêntrica.